Strudel de maçã
Julho 16, 2008
Erzebet Rigo, proprietária do restaurante sérvio Beograd, ensina o preparo do strudel de maçã. A sobremesa de origem austríaca é feita com massa folhada e leva canela e uvas passas no recheio.

Ingredientes
- 10 maçãs verdes
- 1 colher (sopa) de semolina
- 1/2 colher (sopa) de canela em pó
- 100g de uva passa branca ou frutas cristalizadas
- 1 xícara (chá) de açúcar
- Suco de um limão
- 700g de massa folhada pronta*
- 1/2 xícara (chá) de óleo
- 1 gema batida para pincelar
*A massa folhada dos doces do Beograd é preparada por Erzebet Rigo artesanalmente. Mais fina que uma folha de papel sulfite, leva somente farinha de trigo, água, um pouco de óleo e sal.
O segredo é uma mesa especial que ela guarda em sua cozinha. No lugar do tampo de madeira, um tecido. Embaixo da mesa fica um fogareiro, fundamental para ajudar a esticar a massa até ficar bem fininha.
Como é muito difícil de fazer em casa, confira abaixo alguns endereços para comprar a massa folhada pronta.
Modo de preparo
Rale as maçãs em um ralador grosso, com casca e tudo. Em seguida, esprema para retirar todo o suco da maçã e reserve.
Adicione a semolina em pó, necessária para que a maçã não solte suco e umedeça a massa folhada.
Acrescente a canela, as uvas passas, o suco de limão e o açúcar. Misture bem. Em uma assadeira retangular, distribua um fio de óleo e reserve.
Pegue uma folha da massa e coloque um fio de óleo sobre toda a extensão. Coloque uma outra folha por cima e repita o processo.
Faça isso novamente, até completar as três camadas de massa folhada, terminando com o óleo sobre a última.
Coloque o recheio e enrole a massa. Pincele o rolo de strudel com a gema batida e leve ao forno por 30 minutos. Eles devem ficar dourados.
Sirva quente com uma bola de sorvete ou em temperatura ambiente.
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Onde Comprar
Arosa
Especializada em massas folhadas semiprontas, a Arosa comercializa um sem-fim de produtos do gênero. A marca possui pontos-de-venda próprios em diferentes bairros da cidade.
Pão de Açúcar
A rede de supermercados oferece massa folhada semipronta de diversas marcas, entre elas Frescarini, Arosa e Massa Leve (R$ 5,50 o pacote com 300g).
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Dificuldade média
45 minutos
4 rolos de strudel

Pizza multicultural servida em restaurante de São Paulo (SP) homenageia os imigrantes
Redonda, quadrada, em metro ou em fatia, a pizza é parte do cotidiano de qualquer paulistano. Não por acaso, dezenas de restaurantes se mobilizam para comemorar a cada 10 de julho o dia desse que é um dos maiores símbolos da gastronomia de São Paulo.
Segundo dados da Associação das Pizzarias Unidas (Apuesp), atualmente mais de 100 mil pessoas trabalham em atividades relacionadas diretamente ao prato e o setor movimenta cerca de R$ 4 milhões por ano. Para celebrar a data, a entidade preparou dois eventos:
Pizza gigante
O evento prevê a elaboração de uma versão gigante do prato com dois metros de diâmetro. A pizza gigante será servida nesta quinta-feira (10) às 12h no instituto São Judas (av. Itacira, 2.801, Planalto Paulista, zona sul da capital). O evento para convidados reúne pizzaiolos profissionais que aceitaram o desafio de confeccionar a versão ampliada. O forno que foi construído para a ação pesa 450 quilos.
Atividades sociais
A Apuesp também prepara ações sociais em diferentes regiões da cidade de São Paulo. Serão montadas estruturas de pizzaria dentro das instituições, que servirão as pizzas produzidas às crianças atendidas por entidades como o Centro Educacional Guarani.
Novidades
Entre as ações praticadas pelos restaurantes paulistanos para comemorar a data, chama atenção a da pizzaria Dona Mariana, que serve no dia uma receita elaborada especialmente para a ocasião. Batizada de paulicéia, a pizza traz ingredientes alusivos à culinária dos povos que participaram da formação cultural da cidade. O prato é preparado com mussarela por conta do grande imigração de italianos, gergelim em homenagem aos árabes, shimeji por conta do centenário da imigração japonesa, bacalhau em alusão aos portugueses e camarão em referência aos espanhóis.
Cássio Machado é um destes chefs que adoram inventar moda na cozinha. Atualmente, pilota sete restaurantes: o Copa Café e o Atlântico, no Rio de Janeiro; e, em São Paulo, o B&B Bistrô, o Pop’s, o Di Bistrô, o Di Lounge e o recém-inaugurado Balneário das Pedras, fincado numa simpática rua do bairro de Pinheiros. É por conta deste último endereço que ele anda animadíssimo. Primeiro, porque o lugar é do tipo três em um: funciona como café, restaurante e lounge (suas casas são muito famosas pela dobradinha bar + música boa). Segundo, porque é desta cozinha novinha em folha que saem pães, massas e doces que abastecem todos os seus restaurantes. E, terceiro, porque lá também tem uma de suas especialidades: hambúrgueres que combinam o americanismo da receita com um toque de capricho à francesa.
“Resgatei o hambúrguer e o trouxe para a alta gastronomia”, conta o chef. Cássio cria hambúrgueres para serem degustados e não simplesmente devorados. Prova são as combinações de sucesso que complementam sua fama de cozinheiro estrelado: atum com caviar, hambúrguer de cordeiro, salmão com ovas de salmão, de carne bovina incrementada com escalopes de foie gras ou servida sobre uma caminha de galettes de batatas e molho béchamel. Ele também se orgulha de uma versão de hambúrguer em que a carne é picadinha na ponta da faca, e não moída - como se faz com o steak tartar. São muitas as combinações de sucesso servidas em suas casas, mas nenhuma tão famosa quanto seus hamburguinhos: versões míni (e muito copiadas) do tradicional prato norte-americano.
São dele, portanto, as dicas abaixo para preparar em casa um hambúrguer que vai muito além da versão congelada servida com pão e coberta de Ketchup.

1. O essencial do hambúrguer é trabalhar com carnes como patinho ou alcatra.
2. A carne também não pode ter nenhum tipo de gordura ou nervura. Peça para o açougueiro retirar tudo e entregar a carne bem limpinha.
3. Peça também ao açougueiro para que ele moa carne no moedor mais largo.
4. Se comprar 1kg de carne, divida esta quantidade em cinco porções de 200g.
5. Molde os bolinhos de carne com as próprias mãos até que eles tenham um formato de hambúrguer. Fica mais rústico, mais caseiro desta maneira.
6. Tempere cada hambúrguer apenas com sal grosso, como se faz com a carne do churrasco.
7. Outra dica é utilizar uma frigideira de ferro para grelhar os hambúrgueres. Isso faz toda a diferença por vários motivos. Como a frigideira de ferro atinge altas temperaturas, mantidas durante o preparo da carne, ela sela melhor a carne. Além de o utensílio garantir um gostinho especial ao alimento.
8. Unte a frigideira com óleo e grelhe os hambúrgueres. Três minutos de cada lado resultam numa carne ao ponto, vermelha e bem suculenta.
9. Assim que virar o hambúrguer na frigideira, coloque uma fatia de queijo sobre a carne, que pode ser o básico queijo prato.
10. Aqueça, então, os pães na mesma frigideira e monte os hambúrgueres. Sirva com picles (cebola crua e pepinos em conserva) e uma colherada de mostarda Dijon.
11. Se preferir o hambúrguer sem pão, sirva a carne acompanhada de uma salada verde, feita com alface americana temperadinha com sal e azeite.
12. Para beber, uma cerveja forte, Premium, tipo alemã ou uma taça de vinho tinto, que pode ser um Cabernet Sauvignon.
Vai um temaki?
Junho 19, 2008
A cidade ganhou neste ano pelo menos dez casas especializadas no cone de alga recheado com arroz, peixe cru ou outros acompanhamentos

Eles custam em média 10 reais, têm no máximo 300 calorias e são boa opção para quem quer fazer uma refeição leve, principalmente na madrugada. Os temakis, termo em japonês que significa “enrolados com as mãos”, são aqueles cones de alga recheados com arroz, peixe cru ou outros acompanhamentos – imagine que inventaram até uma versão de morango com chantilly. Essa espécie de sushi gigante aparece como um dos itens dos cardápios dos restaurantes japoneses e como prato principal nas temakerias, as casas especializadas no petisco que estão se multiplicando pela cidade. Desde janeiro, pelo menos dez temakerias foram inauguradas por aqui. São freqüentadas basicamente porjovens que querem degustar comida asiática, muitas vezes depois da balada, gastando pouco.
Com unidades na Vila Olímpia, na Consolação e na danceteria Pacha, na Vila Leopoldina, a Temaki Express foi a primeira rede a criar, em 2003, um cardápio exclusivamente de cones. “A sacada foi oferecer comida japonesa expressa”, conta Luis Paulo Stevaux, diretor do grupo. “Fica pronta em poucos minutos e pode ser consumida no balcão ou em pé.” O modelo deu tão certo que hoje pode ser visto em diversos bairros. Inaugurada há pouco mais de um ano, em Santana, a Temaki Ya já tem filiais no Tatuapé, na Vila Mariana e no Ibirapuera. Sua loja na movimentada Avenida Brás Leme, na Zona Norte, fisgou o casal de advogados Erika Acashi e Sandro Focá. “Antes íamos às temakerias da Vila Olímpia, mas agora há várias abrindo em nossa região”, afirma Sandro.
Sabores diferentões, como salmão com rúcula ou kani com camarão, cream cheese e limão, são o forte do Aoyama Temaki Hall, no Itaim Bibi. A casa funciona no esquema de rodízio. Por um preço fixo de 20,90 reais no almoço e 27,90 reais no jantar, é possível comer quantos cones quiser. “Certa vez um cliente consumiu 23″, afirma Eduardo Nagai, o proprietário. “A maioria das pessoas, no entanto, não passa de seis ou sete.” Além de preço baixo e variedade, algumas casas oferecem promoções a baladeiros. A rede Yoi! Rolls & Temaki, por exemplo, dá desconto de 5% a quem apresentar ingressos de shows, peças de teatro ou cinema. “Com isso, conseguimos atrair mais jovens”, diz Rogerio Frug, ex-sócio da Temaki Express. “Hoje, 80% do nosso público tem entre 18 e 30 anos.”
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Alguns endereços especializados
Aoyama Temaki Hall: por um valor fixo – R$ 20,90 no almoço e R$ 27,90 no jantar – você pode experimentar quantos temakis quiser.
Endereço: Rua Adolfo Tabacow, 269, Itaim Bibi,
Telefone: 3079-1373.
Horário de funcionamento: 12h/15h e 19h/23h30 (seg. a qui.; sex. e sáb. até 0h; dom.12h/23h).
Temaki Express: Primeira temakeria de São Paulo, oferece 22 sabores de cone.
Endereço: Rua Gomes de Carvalho, 1152, Vila Olímpia,
Telefone: 3045-6903.
Horário de funcionamento: 12h/6h (qui. a sáb.; seg., ter. e dom. até 3h; qua. até 4h).
Temaki Ya: O lugar tem decoração simples, mas oferece temakis corretos a partir de R$ 7,50.
Endereço: Avenida Brás Leme, 2025, Santana,
Telefone: 2099-2091.
Horário de funcionamento: 12h/5h (qui. a sáb.; seg. até 1h; ter. e qua. até 3h; dom. 18h/1h).
Yoi! Rolls & Temaki: prove o de salmão defumado com queijo brie e alcaparras (R$ 9,00).
Endereço: Rua Wizard, 213, Vila Madalena. Também no Sumaré, no Itaim Bibi, no Shopping Eldorado e em breve na Rua Augusta.
Telefone: 3817-5349.
Horário de funcionamento: 12h/6h (qui. a sáb.; seg. e ter. até 3h; qua. até 4h; dom. até 2h).
Temakeria e Cia.: Temakis especiais e exclusivos da casa.
Endereços: Rua Joaquim Floriano - nº307 - Itaim Bibi e Rua Oscar Freire - nº 507 – Jardins
Telefones: (11) 3073.0905 / (11) 3079.7212
Horário de funcionamento: a confirmar.
Fondue de queijo brie é destaque em restaurante de SP
Junho 10, 2008
Um dos pratos mais pedidos durante o inverno é a famosa fondue. Além das variações já conhecidas, como de carne, queijo e chocolate, agora há a versão mexicana. A casa Pueblo Bar, em São Paulo, preparou um cardápio especial para estação que traz como destaque aos clientes uma nova receita de fondue.
O chef de cozinha Pedro Gabriel explica, neste videocast, como fazer a receita que leva em média 15 minutos. Assista a reportagem.
Os ingredientes para a fondue mexicana são: queijo brie, creme de leite, cominho, cogumelos frescos e nachos.
O chef sugere um vinho tinto para acompanhar o prato, que custa R$49 e serve até duas pessoas.
Fondue Mexicana
Ingredientes:
- 300g de queijo brie (sem casca)
- 1 pitada de cominho
- 150g de cogumelo fresco Paris
- 50 ml de azeite
- sal (a gosto)
- 50 ml creme de leite fresco
- 1 pacote de nachos (tortilha de milho)
- 1/2 limão
Modo de preparo
Corte os cogumelos em pequenas fatias. Leve ao fogo, na frigideira, acrescente uma pitada de sal, com o creme de leite. Não precisa esperar o cogumelo dourar. Utilizando sempre fogo baixo, coloque o queijo brie e misture. Quando derreter por completo adicione uma pitada de cominho, sal e algumas gotas de limão.
Tire do fogo e sirva em um réchaud acompanhado de nachos.
“Pueblo Bar”
Endereço: Rua. Ministro Jesuíno Cardoso, 104, Vila Olímpia - São Paulo
Telefone: 3845-2140
Às margens do deserto de Thar, na Índia, ele é lassi açucarado e espesso, decorado com estigmas de açafrão. Já nas lanchonetes de Teerã e de Istambul, é ayran ralo e salgado, que acompanha o sanduíche de carneiro –o mesmo kebab com molho de iogurte vendido em biroscas de rivais gregos e turcos em São Petersburgo, Frankfurt ou Londres.
Em sua travessia pela Eurásia e pelo Atlântico, o iogurte conviveu com o carneiro, as saladas e as frutas vermelhas até, no Brasil, transformar-se em promessa de intestino regulado –”Se não funcionar, a Danone devolve seu dinheiro”. Agora, ganha o espaço merecido nas mesas de São Paulo.
Não que falte mérito no discurso de saúde. Segundo a nutricionista do Hospital do Coração Isabela Pimentel, o iogurte é melhor que o leite para quem tem intolerância à lactose, pois já vem em parte digerido por bactérias. Também diminui as calorias ao substituir o creme de leite ou a maionese. Mas foi o olhar paulistano para o Oriente que levou o iogurte da geladeira para a panela.
Para todos
Desde o fim de janeiro, as paredes de vidro –e os jovens garçons com camisetas estampadas “Just Do E.A.T”– convidam os modernos do Itaim Bibi à cozinha leve e eclética do e.a.t. Casual Food. No cardápio, o iogurte aparece no multicultural cuscuz marroquino de frango ao garam masala, do chef Fernando Corsi.
Mas, desde o ano passado no Kebab Salonu, Rodrigo Libbos já conduzia os modernos da Augusta pelos mundos gastronômicos árabe, hebraico, balcânico, turco, persa e indiano, por meio de seus denominadores comuns –kebab e iogurte. Seu döner reaproximou inimigos ao transformar o tradicional sanduíche turco num wrap de carneiro grelhado, salada e coalhada seca enrolados no lavosh, pão-folha armênio. Para acompanhar, trouxe o ayran de hortelã, em que iogurte batido com cinco folhinhas de hortelã e uma pitada de sal é diluído na água com gás.
Não demoraria para o Turquistão paulistano chegar à esfera do shopping center. O Kosebasi, rede mundial de restaurantes turcos, oferece como entrada o kösheganush –patê de berinjela temperada com coalhada seca e tahini– e o cacik, originalmente uma sopa gelada de iogurte com óleo de oliva, alho, pepino, dill, hortelã e vinagre, porém mais consistente no Kosebasi, ao substituir o iogurte por coalhada seca.
Neste domingo, o chef indiano Dinesh Rajput reassume o Govinda, primeira casa onde trabalhara ao chegar em São Paulo, em 2007. Da Caxemira, o restaurante-bazar traz o roghan gosht, um curry de cordeiro que leva iogurte no molho. Já no murgh mumtaz do Delhi Palace, o iogurte é usado para marinar cubos de frango, depois levemente assados e cobertos com creme de leite e molho de tomate.
Coalho
“Uma coisa é iogurte, outra coisa é coalhada”, diz Beto Isaac, dono do restaurante Arabesco, que, junto aos pratos sírio-libaneses mais populares, serve o shih barak, massa assada com recheio de carne e mergulhada na coalhada fresca.
Segundo Walkiria Viotto, da faculdade de engenharia de alimentos da Unicamp, a diferença são as bactérias utilizadas para a fermentação, que, no caso do iogurte, produzem o acetaldeído, componente que define seu sabor.
“A coalhada é um dos mais polivalentes elementos da culinária árabe”, diz Isaac. “O árabe começa a manhã com uma coalhada fresca. No almoço, come a mijadra [arroz com lentilha] com coalhada ou o homus e quibe –com coalhada seca. No lanche da tarde, toma coalhada com alguma calda. À noite, pode achar o quibe cru indigesto. Então, come mais coalhada.”
Camarão ao curry com arroz-negro
Maio 27, 2008
Bella Masano, chef do Amadeus, tem um carinho especial pelo camarão ao curry com arroz negro. “É um clássico do restaurante, um dos mais pedidos pelos clientes, e foi escolhido por nós para celebrar os 20 anos da casa”, diz. Preparados ao vinho branco com curry e alho-poró, os crustáceos gigantes são escoltados por uma porção de arroz-negro. O cereal é cozido no caldo dos camarões.

INGREDIENTES
Camarão
16 unidades de camarão gigante
300ml de vinho branco
1 colher (sobremesa) de curry
1 colher (sopa) de curcuma
2 colheres (sopa) de creme de leite
1/2 haste de alho-poró
1 dose de conhaque
2 colheres (sopa) de manteiga
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Arroz-negro
Temperos verdes (alho-poró, cebola, talo de salsinha)
Cascas do camarão
50ml de vinho branco
3 xícaras (café) de arroz-negro
Azeite extra-virgem a gosto
2 colheres (sobremesa) de cebola picada
Sal a gosto
MODO DE PREPARO
Limpe os camarões deixando apenas o rabo. Leve as cascas em água fervente e adicione os temperos verdes para formar um caldo. Coe e reserve.
Coloque um pouco de azeite em uma panela e refogue a cebola e quando começar a dourar coloque o arroz-negro. Adicione os 50ml de vinho branco e deixe o álcool evaporar. Acrescente o caldo de camarão que estava reservado e deixe cozinhar em fogo brando, mexendo sempre. Caso necessário, acrescente mais caldo até o arroz ficar macio, o que deve durar aproximadamente 40 minutos. Acerte o sal.
Enquanto o arroz cozinha, tempere os camarões já limpos com sal, pimenta, curry e curcuma. Em uma vasilha, leve-os para marinar por 10 minutos no vinho branco.
Corte o alho-poró em lâminas e reserve.
Em uma frigideira aquecida coloque a manteiga e leve os camarões para dourar. Eles devem ficar com uma cor avermelhada. Acrescente o conhaque para flambar e, em seguida, despeje a marinada na frigideira. Deixe cozinhar por cerca de dois minutos. Adicione o alho-poró laminado e um pouco do caldo de camarão que restou. Coloque o creme de leite e cozinhe por mais um minuto.
Montagem
Em um prato grande coloque um camarão como base e outro encaixado dentro dele. Disponha uma porção de arroz-negro ao lado e regue com o molho com alho-poró.
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Dificuldade baixa
1 Hora
4 Porções
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Restaurante Amadeus:
Rua Rua Haddock Lobo, 807 - Cerqueira Cezar
Telefone: (11) 3061-2859
Estudando pela internet!
Maio 21, 2008
Oi pessoal!!!
Tenho recebido muitos e-mails elogiando o blog e o post sobre o Educação 24 horas. Para quem não viu, essa é uma boa dica de conhecer. Eu achei pela internet há um tempo e gostei bastante.
O Educação 24 horas é um site totalmente voltado a criança e ao adolescente. Você consegue encontrar um conteúdo legal tanto para a criança, com jogos educativos e historinhas infantis, onde a criança pode se divertir, aprender e se desenvolver ao mesmo tempo, quanto para os jovens que estão no ensino fundamental e médio, ou até mesmo prestando vestibular, com professores online 24 horas por dia, 7 dias por semana, respondendo a todas as dúvidas que possa ter, inclusive de inglês e espanhol, matérias de atualidades, dicas para o vestibular e material disponível para estudo. É ótimo para fazer trabalhos escolares e pesquisas.
Abaixo segue uma imagem do site com o link:
Fica ai a dica! Aproveitem! Eu conheço pessoas que usaram ou indicaram para os filhos e adoraram, vale a pena
Bom feriado para vocês!!
