Promenade Chandon

agosto 13, 2008

Todo ano a Chandon faz uma festa para os VIP’S,o Promenade Chandon, o que acontece é que as principais e mais finas ruas do bairro dos Jardins são fechadas para o povo fazer um passeio. Então, você vai até uma loja participante nos Jardins, por exemplo, Dior, troca seu convite por duas credenciais, escolhe um restaurante participante, come e ganha a champagne.

Nos dias 13 (quarta-feira) e 14 (quinta-feira) deste mês, a Ville du Vin –misto de bistrô e importadora– promove um jantar harmonizado exclusivamente com rótulos da vinícola italiana Antonori.

Os jantares, que ocorrem nas unidades de Alphaville e Vila Nova Conceição, respectivamente, serão comandados por Stefano Leone e Jacopo Pandolfini –dois membros da família produtora, que já está em sua 26ª geração.

A vinícola Antinori é considerada um ícone da região da Toscana, na Itália. Um dos destaques da harmonização será o premiado Tignanello 2004, vinho que foi eleito um dos dez melhores do ano de 2007 (com 95 pontos) pela conceituada revista americana “Wine Spectetor”.

Na harmonização de Alphaville, além do Tignanello, serão degustados rótulos como Mompertone Rosso 2005, Muffato della Sala 2005 e Orvieto 2007.

No cardápio harmonizado com os vinhos estão pratos como tartine de brie com endívias ao molho branco, fettuccine ao molho de tomate com lingüiça portuguesa e brócolis e costeletas de cordeiro ao molho de alecrim.

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Receita de Feijoada para 12 pessoas

Amor em Minúscula

Ingredientes:

600g de carne seca

450g de lombo de porco salgado

600g de Costelinha de porco salgada

400g de acém fresco

300g de paio

300g de lingüiça de porco

180g de pé de porco salgado

150g de rabo de porco salgado

100g de orelha salgada

150g de língua

200g de bacon

3k de feijão preto

2k de toucinho para torresmo

2k de aipim

1k de farinha de mandioca

3 molhos de couve

1 copo de óleo de soja

2 doses de cachaça

1 pimentão verde grande

300g de margarina

100ml de vinagre tinto

10 pimentas vermelhas

2 cebolas grandes

1 molho de cheiro verde

1 cabeça de alho

1 ramo de alecrim fresco

4 folhas de louro

Modo de Fazer:

Primeira etapa:

Dessalgue as carnes em água corrente ou em geladeira trocando a água de hora em hora. Iniciar esse processo 12 horas antes.

Colocar o feijão de molho depois de catado e lavado.

Picar o toucinho em pedaços próprios para torresmos.

Fritar somente até ficar levemente corado.

Deixar os torresmos na própria gordura e guardar em geladeira.

Segunda etapa:

Retire as carnes da água, escorra, em seguida mergulhe-as, em água fervente e deixe que ferva durante 5 minutos mais ou menos, para que seja eliminado o gosto e o cheiro adquiridos durante o dessalgue.

Terceira etapa:

Coloque o feijão para cozinhar em panela grande, em seguida adicione as carnes tomando o cuidado para que as de cozimentos rápidos, fiquem por cima. Coloque uma laranja inteira lavada e cortada ao meio, um ramo de alecrim. Quatro folhas de louro, duas doses de pinga.
A medida que as carnes forem cozinhando, vá retirando-as e colocando em um tabuleiro para que esfriem e possam ser manipuladas.

Quando não restar nenhuma carne no feijão, retire também a laranja e o ramo de alecrim.

Quarta Etapa:

Assim que as carnes esfriarem, corte-as em pedaços de mais ou menos 2×4 cm. Doure quatro dentes de alho previamente amassado, e misture no feijão, em seguida misture as carnes picadas, misture, e deixe ferver por alguns minutos para que os sabores se juntem formando um só.


Guarnição:

Descasque, lave, e cozinhe o aipim. escorra e corte-os em pedaços de sua preferencia. Reserve.
Lave a couve, pique-as em estilo mineiro e reserve.

Descasque as laranjas, e pique em rodelas.

Ponha uma panela no fogo, e frite os torresmo na sua própria gordura, até ficarem crocantes. Retire e ponha a escorrer.

Frite o aipim, nessa mesma gordura. Retire e ponha a secar em papel próprio para este fim.
Retire um pouco dessa gordura, despeje em uma frigideira, doure uma cebola picadinha, quatro dentes de alho amassados, em seguida refogue a couve, acrescente sal misture bem e retire do fogo.

Derreta a manteiga, coloque uma cebola inteira picada em rodelas. Deixe fritar um pouco e em seguida misture a farinha de mandioca. Mexa, em seguida acrescente a metade do cheiro verde picadinho.


Molho:

Retire meio litro de caldo de feijão da panela, coe, e coloque para ferver junto com as pimentas, a cebola picada, pimentão. Quando levantar fervura, junte o restante do cheiro verde e por ultimo três tomates picadinho.


Ultima etapa:

Modo de servir:

Existem varias maneiras de servir uma boa feijoada, mas recomendamos a maneira usada por nós por ocasião dos vários eventos que temos realizado ao longo dos anos, que é o sistema de carnes separadas, que alem de facilitar a escolha das carnes para os comensais, também revela-se mais chique, pondo em destaque toda excelência da brasileiríssima feijoada.

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Thai Gardens

Amor em Minúsucula

Thai Gardens

agosto 7, 2008

Seguindo a mesma expressão das unidades em Madri, Barcelona, Cidade do México e Casablanca, o restaurante Thai Gardens busca mostrar como se faz uma autêntica cozinha thai. Liderados pela chef Tasanai Phian-o-Pas, que já cuidou dos banquetes do rei da Tailândia, outros oito cozinheiros nativos desse país cuidam da preparação dos pratos.

A arte de esculpir vegetais e frutas, tradição milenar por lá, se torna atração na casa. As ervas aromáticas e as especiarias dão um toque especial às receitas feitas com carnes bovina e suína, aves, peixes e frutos do mar. Destaque para o frango ao curry verde com legumes e para a salada de papaia verde com amendoim, camarões e echalotas.


Desde o início de 2007, o restaurante serve suas receitas no chamado “Royal Thai Buffet”, que possui cerca de 20 pratos, entre entradas, principais e sobremesas. Uma curiosidade sobre o cardápio do restaurante é que o grau de condimentação dos pratos é advertido por legendas. As mais apimentadas levam três pimentas e as menos, apenas uma. Os pratos vegetarianos também são sinalizados por legenda.

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Endereço: Avenida Nove de Julho, 5871 – Itaim Bibi

Telefone: 3073-1507

Horário: Segunda a quinta, 12h às 15h e 19h30 a 0h; sexta até 1h; sábado almoço até 17h e jantar até 1h; domingo almoço até 17h.

Estacionamento com manobrista
Site: http://www.thaigardensgroup.com/

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É Lenha!!!

Amor em Minúscula

É Lenha!!!!

agosto 5, 2008

Oito restaurantes em São Paulo que preparam receitas no fogão ou forno à lenha.

Essenciais em qualquer cozinha caipira, o fogão e o forno a lenha têm espaço em restaurantes de diferentes especialidades. Além de charmoso, o fogão a lenha permite que molhos e cozidos fiquem apurando por mais tempo, sem queimar, o que, segundo os apreciadores, confere mais sabor às receitas. Nas versões mais modernas, as chapas podem atingir 400 graus de temperatura em apenas vinte minutos. Já o forno a lenha não é exclusividade de pizzarias. Muitas casas adotam o equipamento para o preparo de carnes, sanduíches, pães e até sobremesas. “Dá trabalho ter um desses”, diz Roberto Deyrmendjian, proprietário do armênio Casa Garabed. “É preciso ter espaço e manter a higiene no estoque da lenha. O calor deve ser controlado construindo o forno de maneira correta. Mas tudo isso vale porque no final as receitas ficam com um sabor muito mais especial”, defende. Do forno de seu restaurante em Santana saem 5 000 esfihas por mês. Além do preparo de pães e pizzas e para gratinar massas, o equipamento é indicado para carnes como cabrito, pernil e costela. Em fogo alto– que podem atingir até 600 graus – elas assam rapidamente, conservam o sumo e ficam mais macias. Selecionamos alguns endereços onde é possível provar receitas preparadas nas altas temperaturas e no forno lento. Confira o roteiro.

1. Adega Santiago

É uma mistura de bar e restaurante. No cardápio, petiscos e refeições inspirados nas culinárias portuguesa e espanhola. O forno a lenha de 1,60 por 1,80 metro fica na cozinha e dele saem tapas – como são chamadas as pequenas porções espanholas – pães, peixes, aves e carnes. Os pratos feitos ali, como o arroz de pato, são sinalizados no menu. Outra opção é a bacalhoada na lenha, que serve duas pessoas. “A temperatura [450 graus] é maior do que os fornos convencionais e a lenha dá um sabor especial ao prato, um gostinho defumado”, diz Luis Felipe Moraes, proprietário da Adega.

Rua Sampaio Vidal, 1072 – Jardim Paulistano. Tel: (11) 3081-5211

2. Bolinha

Foi em 1946 que o taxista Affonso Paulillo trocou de profissão e resolveu abrir um restaurante com cara de boteco. Naquela época o Jardim Paulista era pouco habitado e a casa servia pratos variados e pizzas. Mais de sessenta anos depois, a feijoada do Bolinha é a mais famosa da cidade. Preparada no fogão a lenha – que está na cozinha desde a inauguração –, é servida nas versões tradicional (com tudo que tem direito) ou magra.

Avenida Cidade Jardim, 53 – Jardim Europa. Tel: (11) 3061-2010

3. Casa Garabed

Desde 1951, a casa armênia ocupa um imóvel em uma ladeira residencial no bairro de Santana. Ali são preparadas receitas bem parecidas com as da culinária árabe. São esfihas, pães, kebabs e quibes. O forno a lenha ocupa uma área de 25 metros quadrados e é a grande atração. Tudo é assado na hora. As esfihas são colocadas diretamente na pedra do forno, levam menos de dois minutos para ficar prontas e chegam à mesa estalando de quente. Dali saem 5 000 unidades por mês, fechadas e abertas. Uma delas tem recheio de bastrmá (tipo de carne seca armênia). O diki-kebab também é assado na lenha. Trata-se de um espetinho de filé mignon intercalado com tomate, cebola e pimentão. A berinjela para o babaganuche também é cozida na brasa e há um tipo de quibe que, antes de ser cozido na coalhada, é assado no forno.

Rua José Margarido, 216 – Santana. Tel: (11) 2976-2750 e (11) 2979-3943.

4. A Figueira Rubaiyat

Uma figueira de 130 anos, 50 metros de altura e oito metros de diâmetro enfeita o salão. Na cozinha envidraçada, a proposta é o resgate da culinária primitiva, por isso, grande parte do cardápio é preparado em um dos quatro fornos à lenha, feitos de barro e em formato de iglu, e em panelas de ferro. A temperatura chega a atingir 600 graus. Saem dali carnes, aves e frutos do mar. O carro-chefe da casa é o caixote de crustáceos que traz lagostim, camarão, pitu, vieira e cavaquinha. Todos cozidos com arroz italiano. Na lista das aves está o frango caipira com guarnição de espinafre, presunto tipo parma e cenoura.

Rua Haddock Lobo, 1738 – Jardim Paulista. Tel: (11) 3087-1399.

5. Forneria San Paolo

O nome forneria nada tem a ver com gastronomia, significa, em italiano, fábrica de fornos. Mas combina bem com a casa do empresário João Paulo Diniz que, desde setembro de 2001, serve pratos e sanduíches preparados em dois fornos a lenha na cozinha envidraçada. O cardápio é praticamente todo composto de sanduíches em pão de miga importado, pão ciabatta ou massa de pizza, como se fosse um calzone. O campeão de vendas é o cheeseburguer forneria, com hambúrguer de carnes especiais pré-grelhado e queijo cheddar. É levado ao forno para terminar de assar a carne, derreter o queijo e assar o pão. É também da fornalha que saem as bananas assadas com casca e que, depois de douradas, ganham uma bola de sorvete de canela.

Rua Amauri, 319 – Itaim Bibi. Tel: (11) 3078-0099 e (11) 3078-4888.

6. La Risotteria Alessandro Segato

O chef italiano Alessandro Segato trocou o país de origem pelo Brasil na década de 90. Fundou o La Risotteria em 2000. Lá ele prepara não só risotos, mas também receitas do norte e do centro da Itália. O forno a lenha é visto do salão e dele saem pratos como o peixe do dia assado com manteiga de confit de limão siciliano e estragão e a focaccia de berinjela, tomates cerejas e queijo tipo parmegiano regiano.

Rua Padre João Manuel, 1156 – Jardim Paulista. Tel: (11) 3068-8605.

7. Matterello

A decoração da casa com colunas retorcidas e cacos de cerâmicas reverenciam o arquiteto espanhol Antonio Gaudí. No entanto não espere encontrar ali paellas e tapas. O cardápio da casa é italianíssimo e oferece, há 15 anos, pratos preparados no fogão a lenha. Destaque para o bocconcini di Parma – panquecas enroladas com recheio de ricota e parmesão, com molho de champignon, funghi e filetinhos de contra-filé. Curiosidade: na hora de escolher, o cliente encontra não só o nome do prato e o preço, mas a receita completa de cada item do menu.

Rua Fidalga, 120 – Vila Madalena. Tel: (11) 3813-0452.

8. Sinhá

Um exemplar da cozinha caipira, o Sinhá encanta com sua decoração rústica que remete às fazendas. Os pratos são triviais e feitos com capricho e boa escolha de ingredientes. O fogão a lenha ajuda a compor o cenário. Exposto no salão, todo em tijolinho aparente, funciona com um réchaud que mantém os pratos aquecidos. Eles são preparados no fogão convencional – exceto a feijoada que, servida às quartas e sábados, é preparada no calor da lenha e fica apurando para ganhar mais sabor.

Rua Antônio Bicudo, 25 – Pinheiros. Tel: (11) 3081-4627.

Fonte. Veja São Paulo

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Amor em Minúscula

O teste da feijoada

De origem turca, o kebab ficou conhecido por aqui como churrasquinho grego. Em versões mais bacanas, o lanche tem conquistado a simpatia dos paulistanos. No restaurante Kosebasi, a carne é grelhada em espeto e servida no prato, acompanhada de pasta de berinjela. Assista ao vídeo e aprenda a fazer. Quem ensina é o chef turco Ozhan Zeyrek.

Ingredientes

Carne

300g de cordeiro (cortado em cubos)

50g de gordura (bovina, em cubos)

50ml de leite

10ml de azeite

Páprica doce ou picante a gosto

Sal e pimenta a gosto

Pasta

2 berinjelas

70ml de iogurte natural

2 dentes de alho picados

50g de manteiga

Modo de preparo

Carne

Misture a carne e a gordura e tempere com sal, pimenta, azeite, páprica e leite. O ideal é fazer esse preparo com um dia de antecedência.

Depois, usando um espeto fino, enfie três cubinhos de carne e intercale com um de gordura. Repita o processo até preencher o espeto.

Leve para assar na churrasqueira durante cerca de 7 minutos. No Kosebasi, o chef prepara na de carvão. Em casa, vale usar a churrasqueira elétrica.

Pasta

Com a ponta da faca, fure as berinjelas e leve-as para assar na churrasqueira ou no forno até que fiquem com a polpa bem mole.

Quando estiverem no ponto, ponha as berinjelas em um bol com água fria e suco de limão. Assim, fica mais fácil descascá-las. Pique em pedaços bem pequenos e reserve.

Em outro recipiente, coloque o iogurte e tempere com o alho e uma pitada de sal. Junte a berinjela, acerte os temperos e misture bem.

Finalização

Na hora de servir, coloque a pasta de berinjela numa cumbuca, disponha a carne de cordeiro por cima e, por último, regue com a manteiga derretida.

Polvilhe mais páprica se quiser. Decore com tomates assados e um ramo de salsinha. Sirva quente.

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Dificuldade baixa

1 hora

2 porções

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Veja também:

Amor em Minúscula

Amor em Minúscula

julho 24, 2008

Li esse livro há poucos dias e achei muito bom! Acredito que muitas pessoas que visitam o blog possam se interessar por ele, então resolvi postar aqui. O livro é o “Amor em Minúscula”, romance escrito por Francesc Miralles, escritor espanhol, que possui mais três livros, para quem gosta desse estilo de leitura.

Amor em Minúscula conta sobre a vida de Samuel, um professor de filosofia alemã em uma universidade de Barcelona, de 40 anos, solitário, com uma vida monótona. Na véspera do Ano Novo ele come 12 uvas, para não quebrar o ritual, mas sem esperar que algo aconteça. No dia seguinte, um gatinho aparece na sua porta.

Samuel adota o gatinho, chamando-o de Mishima, em homenagem a um velho escritor Francês, e tem sua vida mudada desde então. O gatinho o leva ao encontro de pessoas que ele nunca pensava em conhecer ou reencontrar, entre elas, uma antiga paixão. A partir daí, uma grande aventura começa, com várias de revelações surpreendentes.

Os que estiverem bastante curiosos poderão conhecer mais sobre o livro, sobre o autor ou ler o primeiro capítulo no site:

http://www.amoremminuscula.com.br

Essa é a capa do livro:

O livro foi publicado pela Editora Record e se encontra entre os mais vendidos. Espero que vocês gostem da dica!!!

Bom fim de semana para vocês

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Mudança de Hábito (Lei Seca)


Mudança de Hábito

julho 22, 2008

Após um mês em vigor, a Lei Seca reduz em até 63% o índice de acidentes de trânsito na cidade e em 36% o número de vítimas de emergências atendidas pelo Hospital das Clínicas. Enquanto isso, donos de restaurantes, bares e baladas criam alternativas para superar a queda na venda de bebidas alcoólicas.

Famoso por suas caipirinhas, o barman Deusdete Neres de Souza tem trabalhado menos ultimamente. O consumo de álcool no bar Veloso, na Vila Mariana, caiu 30% desde o dia 20 de junho, quando entrou em vigor a lei que praticamente proíbe os motoristas de dirigir depois de ingerir alguma bebida. Ele vem atendendo cada vez mais clientes como a estudante de farmácia Shaista Pedroso, que passa longe das cervejas, coquetéis e afins quando não descola uma carona para casa. “Sou a favor da lei”, diz ela. “É a única forma de conscientizar as pessoas.” Além da queda no consumo em bares e restaurantes, a mudança de comportamento do paulistano vem revelando números surpreendentes – e muito positivos. De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, após a implantação da Lei Seca houve redução de 57% nas mortes por acidentes de trânsito na cidade. Já o Centro de Operações dos Bombeiros (Cobom) detectou uma diminuição de 63% nas colisões de veículos e atropelamentos nos fins de semana.

As blitze da polícia repercutiram no sistema de saúde. No fim de semana dos dias 13, 14 e 15 de junho (pouco antes da entrada da lei em vigor, portanto), as equipes de emergência do Hospital das Clínicas atenderam 38 feridos em acidentes de trânsito. Um mês depois, agora em julho, entre os dias 11 (sexta) e 13 (domingo), esse número caiu para 24 pessoas. Ou seja, 36%. “Um paciente em estado grave pode custar até 250 000 reais ao HC”, diz Celso Bernini, diretor do Serviço de Cirurgia de Emergência do hospital. “Nós operamos no limiar das vagas, e essa redução nos dá fôlego para atender outros doentes críticos.” Para o trabalho de fiscalização, a Polícia Militar mobilizou até o momento 1 100 homens. Foram abordados 4 198 motoristas e realizados 1 832 testes com bafômetro. Até o último domingo (13), 88 motoristas receberam multa e outros 61 acabaram presos. “Vamos continuar com as operações e investir 2,6 milhões de reais na compra de mais 400 bafômetros”, anuncia o secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão. A PM tem 51 desses aparelhos.

Donos de bares e restaurantes buscam soluções para conter a queda no faturamento. “O consumo de batidas e caipirinhas caiu 50% nos dias de feijoada”, conta Belarmino Iglesias, proprietário da rede Rubaiyat. “Só na Figueira vendíamos 2 000 doses aos sábados.” Na última quarta, o administrador Marcus Trugilho marcou um almoço de negócios com o publicitário Ivan Rysovas. A feijoada foi acompanhada por suco de laranja. “Essa é uma lei que está pegando”, diz Trugilho. Importadoras de vinho também já sentiram o impacto. A World Wine vendia 10 000 garrafas por mês a 250 restaurantes em São Paulo. Desde o dia 20, comercializou 3 000 unidades a menos. “A lei trouxe uma dificuldade, mas vidas estão sendo salvas, e não podemos desprezar isso”, pondera o proprietário, Celso La Pastina. Nos restaurantes, a nova postura dos clientes chama atenção. “Tenho percebido que as mulheres estão assumindo o volante na volta para casa”, diz o restaurateur Rogério Fasano, que sentiu uma redução de 15% nos pedidos de vinho da mais refinada de suas casas, o Fasano. “O cliente está vindo de táxi ou com motorista, inclusive à noite”, afirma o chef Alex Atala, do D.O.M.

Nos bares, a queda no consumo foi forte. “O movimento caiu 40%”, estima Marcelo Mello, dono do Porto Luna, no Itaim Bibi. Ele criou uma promoção: a cada quatro clientes, o que for dirigir pode escolher um prato do cardápio, duas bebidas não-alcoólicas, sobremesa e café. Tudo por conta da casa. “É um gesto de atenção com o cliente que não vai beber”, elogia a advogada Andrea Serson, que adotou um revezamento de carros ao sair com as colegas do trabalho. “Agora, sempre uma de nós fica na função de motorista.” Novidades semelhantes podem ser notadas em vários estabelecimentos da cidade. Em Moema, o bar Dona Flor planeja vender em breve um chope sem álcool. Os organizadores da festa Trash 80’s, no centro, contrataram seguranças para acompanhar os clientes que chegam ou vão embora de metrô até a Estação Anhangabaú, a dois quarteirões da balada. Na Vila Olímpia, quatro bares localizados nas ruas Atílio Innocenti e Ministro Jesuíno Cardoso acertaram com os taxistas locais um desconto de 10% para seus fregueses. Além disso, quem chega dirigindo e não resiste ao apelo do álcool tem a opção de guardar o veículo no estacionamento e retirá-lo no dia seguinte, pagando os mesmos 13 reais do valet. “Já deixei meu carro duas vezes por aqui e voltei de táxi”, diz a designer Renata Bueno, freqüentadora do pub irlandês Dublin. É uma mudança e tanto de hábito.

Por Fabio Brisolla – Veja São Paulo

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Strudel de Maça

Strudel de maçã

julho 16, 2008

Erzebet Rigo, proprietária do restaurante sérvio Beograd, ensina o preparo do strudel de maçã. A sobremesa de origem austríaca é feita com massa folhada e leva canela e uvas passas no recheio.

Ingredientes

– 10 maçãs verdes

– 1 colher (sopa) de semolina

– 1/2 colher (sopa) de canela em pó

– 100g de uva passa branca ou frutas cristalizadas

– 1 xícara (chá) de açúcar

– Suco de um limão

– 700g de massa folhada pronta*

– 1/2 xícara (chá) de óleo

– 1 gema batida para pincelar

*A massa folhada dos doces do Beograd é preparada por Erzebet Rigo artesanalmente. Mais fina que uma folha de papel sulfite, leva somente farinha de trigo, água, um pouco de óleo e sal.

O segredo é uma mesa especial que ela guarda em sua cozinha. No lugar do tampo de madeira, um tecido. Embaixo da mesa fica um fogareiro, fundamental para ajudar a esticar a massa até ficar bem fininha.

Como é muito difícil de fazer em casa, confira abaixo alguns endereços para comprar a massa folhada pronta.

Modo de preparo

Rale as maçãs em um ralador grosso, com casca e tudo. Em seguida, esprema para retirar todo o suco da maçã e reserve.

Adicione a semolina em pó, necessária para que a maçã não solte suco e umedeça a massa folhada.

Acrescente a canela, as uvas passas, o suco de limão e o açúcar. Misture bem. Em uma assadeira retangular, distribua um fio de óleo e reserve.

Pegue uma folha da massa e coloque um fio de óleo sobre toda a extensão. Coloque uma outra folha por cima e repita o processo.

Faça isso novamente, até completar as três camadas de massa folhada, terminando com o óleo sobre a última.

Coloque o recheio e enrole a massa. Pincele o rolo de strudel com a gema batida e leve ao forno por 30 minutos. Eles devem ficar dourados.

Sirva quente com uma bola de sorvete ou em temperatura ambiente.

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Onde Comprar

Arosa

Especializada em massas folhadas semiprontas, a Arosa comercializa um sem-fim de produtos do gênero. A marca possui pontos-de-venda próprios em diferentes bairros da cidade.

www.arosa.com.br

Pão de Açúcar

A rede de supermercados oferece massa folhada semipronta de diversas marcas, entre elas Frescarini, Arosa e Massa Leve (R$ 5,50 o pacote com 300g).

www.paodeacucar.com.br

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Dificuldade média

45 minutos

4 rolos de strudel

Pizza multicultural servida em restaurante de São Paulo (SP) homenageia os imigrantes

Redonda, quadrada, em metro ou em fatia, a pizza é parte do cotidiano de qualquer paulistano. Não por acaso, dezenas de restaurantes se mobilizam para comemorar a cada 10 de julho o dia desse que é um dos maiores símbolos da gastronomia de São Paulo.

Segundo dados da Associação das Pizzarias Unidas (Apuesp), atualmente mais de 100 mil pessoas trabalham em atividades relacionadas diretamente ao prato e o setor movimenta cerca de R$ 4 milhões por ano. Para celebrar a data, a entidade preparou dois eventos:

Pizza gigante

O evento prevê a elaboração de uma versão gigante do prato com dois metros de diâmetro. A pizza gigante será servida nesta quinta-feira (10) às 12h no instituto São Judas (av. Itacira, 2.801, Planalto Paulista, zona sul da capital). O evento para convidados reúne pizzaiolos profissionais que aceitaram o desafio de confeccionar a versão ampliada. O forno que foi construído para a ação pesa 450 quilos.

Atividades sociais

A Apuesp também prepara ações sociais em diferentes regiões da cidade de São Paulo. Serão montadas estruturas de pizzaria dentro das instituições, que servirão as pizzas produzidas às crianças atendidas por entidades como o Centro Educacional Guarani.

Novidades

Entre as ações praticadas pelos restaurantes paulistanos para comemorar a data, chama atenção a da pizzaria Dona Mariana, que serve no dia uma receita elaborada especialmente para a ocasião. Batizada de paulicéia, a pizza traz ingredientes alusivos à culinária dos povos que participaram da formação cultural da cidade. O prato é preparado com mussarela por conta do grande imigração de italianos, gergelim em homenagem aos árabes, shimeji por conta do centenário da imigração japonesa, bacalhau em alusão aos portugueses e camarão em referência aos espanhóis.